Tudo é bom para desviar as atenções de quem se encontra bem na vida. Isto que aconteceu com Blatter é de um ridículo que dispensa adjectivo suplementar.
Naturalmente que o presidente da FIFA não se deve dar ao luxo - e ainda por cima com o seu ar 'gagá' - de vir mandar umas graçolas sobre quem lhe dá de comer. Os jogadores de futebol e a nata deles são o que de melhor o futebol, como indústria, tem, e basta esse pormenor para que todo o cuidado no tratamento das suas figuras de referência se revele exemplar.
É, entretanto, necessário lembrar que o deselegante presidente da FIFA se encontrava num evento - não sabemos se - privado, numa sociedade de Oxford, com jovens (estudantes?) à volta e a falar com a descontração de quem se encontra 'off the record'.
Claro que sabemos que hoje todos mas todos nós nos encontramos debaixo dos holofotes do 'big brother' invisível, tudo o que fazemos pode ser amplificado e tornado realidade - porque só o que é visto existe!
Claro que todos sabemos que ver e ouvir um presidente da FIFA a deixar cair as suas preferências acerca de um jogador relativamente a outro quando os dois se encontram nomeados para 'o melhor jogador do ano' - não é aceitável.
No entanto - transformar umas dicas do presidente da FIFA numa declaração de guerra e dizer que Portugal está a ser humilhado e coisas do tipo é perfeitamente surrealista. Confundir assuntos e situações é a especialidade de comentadores profissionais. Mas ter que levar com a RTP a subsidiar as lágrimas das virgens ofendidas em conversa de café... é demais.
Naturalmente que o presidente da FIFA não se deve dar ao luxo - e ainda por cima com o seu ar 'gagá' - de vir mandar umas graçolas sobre quem lhe dá de comer. Os jogadores de futebol e a nata deles são o que de melhor o futebol, como indústria, tem, e basta esse pormenor para que todo o cuidado no tratamento das suas figuras de referência se revele exemplar.
É, entretanto, necessário lembrar que o deselegante presidente da FIFA se encontrava num evento - não sabemos se - privado, numa sociedade de Oxford, com jovens (estudantes?) à volta e a falar com a descontração de quem se encontra 'off the record'.
Claro que sabemos que hoje todos mas todos nós nos encontramos debaixo dos holofotes do 'big brother' invisível, tudo o que fazemos pode ser amplificado e tornado realidade - porque só o que é visto existe!
Claro que todos sabemos que ver e ouvir um presidente da FIFA a deixar cair as suas preferências acerca de um jogador relativamente a outro quando os dois se encontram nomeados para 'o melhor jogador do ano' - não é aceitável.
No entanto - transformar umas dicas do presidente da FIFA numa declaração de guerra e dizer que Portugal está a ser humilhado e coisas do tipo é perfeitamente surrealista. Confundir assuntos e situações é a especialidade de comentadores profissionais. Mas ter que levar com a RTP a subsidiar as lágrimas das virgens ofendidas em conversa de café... é demais.